O nome frequentemente ligado ao caso é Douglas Mutschler, apresentado em relatos como ex-integrante da área de contrainteligência. Segundo diferentes versões, ele teria tomado conhecimento da descoberta por meio de informações associadas a instalações militares e transmissões internas.
O que sabemos sobre as suspostas gravações dos circuitos internos do corpo de bombeiros e do hospital, onde a criatura de varginha teria sido levada. Especialistas sugerem que as fitas podem estar guardadas e ainda existirem em algum cofre do governo americano.